Todos sabemos o enfoque que está sendo dado ultimamente para o modo "ecologicamente correto" das coisas serem feitas. Em se tratando de computadores domésticos, esse termo se traduz praticamente ao consumo de energia dos aparelhos.
O exemplo mais claro nessa área é o das grandes fabricantes de processadores, que ultimamente lançam modelos classificados de acordo com o consumo de energia - além do fato de que a grande maioria dos processadores fabricados nos últimos anos possui uma técnica interna de economia de energia (pra quem não sabia o que significavam os termos "SpeedStep" e "Cool'n Quiet", aí está).
Bem, mas não é só o processador que consome energia em um computador. Inúmeros estudos sobre esse tema já foram feitos, e o mais célebre (ou seria cômico?) deles calculou quantos MWh seriam economizados se o display do Num Lock do teclado de todos computadores permanecesse desligado durante a noite . (Alguém aih encontra um link pra essa pesquisa?!)
A última notícia divulgada nessa área diz respeito à cor das páginas da web. Como o monitor é geralmente o periférico que mais consome energia em um computador, a economia pode ser obtida quando o menor número possível de pixels estiver ligado (SAP: quando a tela estiver mais escura). Cientistas fizeram agora outro estudo a respeito, tentando calcular quanta energia seria economizada se algumas das páginas web mais acessadas do mundo (google, new york times) trocassem a cor de fundo do branco para o preto.
No intuito de incentivar o uso do preto como cor de fundo, ou seja, de economizar energia elétrica, foi criada uma versão preta do google, denominada blackle. Embora existam muitas divergência nos cálculos, causados principalmente pela diferença de funcionamento dos monitores CRT (igual a sua televisão da sua casa de praia) e LCD (aquele do laptop), a dica está dada: se você quiser (tentar) salvar o mundo sem levantar da cadeira, um bom começo é a utilização do google preto.
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PS: Não custa frisar que o ViDig está na vanguarda da tecnologia - e da ecologia -, e já utiliza um esquema de cores ecologica e politicamente correto, não nocivo, livre de gases e reciclável.